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  • sábado, maio 09, 2015

    TELEVISÃO - 10 motivos para amar Paraisópolis


    I love ajudar a contar uma história solar, alegre, divertida, romântica e sobretudo, esperançosa, que fala de encontros mais do que de fronteiras, que nos mostra que a graça e a riqueza da vida estão muito mais na diferença do que na semelhança.



    I love a comunidade de Paraisópolis, rica, diversa, pulsante, multicultural, cheia de gente guerreira, batalhadora, cheia de boas histórias pra contar. 

    sexta-feira, outubro 10, 2014

    TELEVISÃO: “Quem te comeu fui eu”: liberdade e sexo para as negas


    Claudia Jimenez e o quarteto protagonista da série: Lilian Valeska, Karin Hills, Maria Bia e Corina Sabbas.

    “Quem te comeu fui eu! Quem tem a boca sou eu”, disparou Zulma (Karin Hills), aniquilando quaisquer pretensões de poder do parceiro Elder (Rafael Zulu) na mais nova série de Miguel Falabella, que vem dando o que falar. Só por essa frase, libertária, emblemática e significativa do poder e da afirmação do sexo feminino, já podemos constatar que “Sexo e as negas” está longe de ser machista ou racista, como foi acusada mesmo antes de sua estreia, na demonstração mais literal de pré-conceito a que já tive notícia.

    sexta-feira, outubro 03, 2014

    TELEVISÃO: A carpintaria da cena

    Quando se pensa em criar uma cena de telenovela, é preciso pensar em toda a sua estrutura. Qual o objetivo da cena? Qual o assunto? Quem são os personagens envolvidos e qual a função de cada um deles? É preciso respeitar o perfil de cada um, ou seja, como cada um deles reage ao assunto em questão. O autor precisa ter a capacidade de se colocar no lugar de cada personagem, pensar como se fosse ele.

    No caso da cena em questão, o objetivo, além de informar ao espectador sobre o namoro dos dois protagonistas e sua repercussão na vida daquele grupo de pessoas, também é uma cena de apresentação, pois, através dos comentários, podemos perceber como é a personalidade de cada uma das personagens, sem que isso seja dito de maneira didática ou artificial. Tenho muito carinho por essa cena, pois foi uma das primeiras que escrevi em meus primeiros cursos de roteiro e, quem sabe, ela não vá ao ar um dia em uma novela escrita por mim? Por enquanto, publico novamente por aqui, já que ela já foi publicada uma vez no melão. Espero que apreciem.